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O que sua empresa perde por hora sem internet

Em média, as empresas perdem US$ 49 milhões em receitas todos os anos devido ao tempo de inatividade, segundo relatório da Splunk em parceria com o Oxford Economics, que ouviu 2.000 executivos de tecnologia, finanças e marketing de 53 países.

O que sua empresa perde por hora sem internet

A internet caiu, o time parou, os pedidos não entram. O sistema de emissão de nota fiscal não responde. O suporte ao cliente está mudo.

Quanto custa essa hora?

A maioria dos gestores não sabe responder essa pergunta com precisão. Sabe que é caro, mas não colocou número. E é exatamente essa falta de número que faz com que o investimento em prevenção seja adiado, revisado, cortado.

Este artigo existe para colocar número nisso, continue lendo e descubra.

O que os dados dizem sobre o custo real do downtime?

o que é downtime?

Downtime é qualquer interrupção não planejada de sistemas, conexões ou operações digitais. Para uma empresa que depende de internet para vender, operar, comunicar e processar, downtime é paralisia.

Os números globais são pesados.

Em média, as empresas perdem US$ 49 milhões em receitas todos os anos devido ao tempo de inatividade, segundo relatório da Splunk em parceria com o Oxford Economics, que ouviu 2.000 executivos de tecnologia, finanças e marketing de 53 países.

A ITIC reporta que, para mais de 90% das empresas de médio e grande porte, uma hora de downtime já passa de US$ 300 mil.

Para PMEs, o número é menor, mas não menos grave. 

Para pequenas empresas, o custo estimado por minuto de downtime é de US$ 427, o equivalente a aproximadamente R$ 2.258 na cotação atual. Uma hora parada, portanto, representa mais de R$ 135 mil em perdas para uma pequena empresa.

O Quality Transformation Report 2025, da Tricentis, revelou que 50% das empresas brasileiras possuem gastos anuais de US$ 1 milhão a US$ 5 milhões por conta de falhas em softwares e necessidade de manutenção.

O downtime é um custo recorrente que a maioria das empresas ainda não colocou no orçamento de risco.

O downtime que vem de fora: ataques cibernéticos

Existe uma confusão frequente sobre as causas do downtime. 

Muitos gestores associam a queda de sistemas a falhas de hardware, problemas de provedor ou erros de configuração. Essas causas existem. Mas existe uma terceira categoria que cresce de forma acelerada: o ataque cibernético deliberado que tem como objetivo exatamente a interrupção das operações.

Segundo o relatório 2024 Unit 42 Incident Response, da Palo Alto Networks, 86% dos incidentes de ransomware no último ano causaram algum tipo de disrupção operacional ou reputacional.

Os criminosos identificam os sistemas cuja interrupção causaria maior impacto operacional antes de acionar a criptografia. A exfiltração de dados precede a criptografia em 96% dos casos atuais. Primeiro eles entendem onde dói mais. Depois eles apertam.

No Brasil, cerca de 29% das empresas relataram ter sofrido um ataque de ransomware em 2024, segundo o ESET Security Report, que também aponta que 73% das organizações ainda não contrataram seguro contra riscos cibernéticos.

Os casos de 2025 no Brasil ilustram bem o que está em jogo. O Grupo Jorge Batista, que opera as Drogarias Globo, sofreu um ataque ransomware que paralisou completamente as operações da companhia e resultou em prejuízo superior a R$ 400 milhões. Não foi uma grande corporação de tecnologia. Foi um grupo atacadista do setor de medicamentos e alimentos.

A Cybersecurity Ventures estima que o ransomware tenha causado um prejuízo global de US$ 57 bilhões em 2025. Os grupos de ransomware priorizam setores onde a interrupção de operações gera maior pressão para pagamento de resgates: manufatura, construção, tecnologia e saúde aparecem como os principais alvos.

Como calcular o custo de downtime da sua empresa?

A fórmula não é complicada, o que falta é o hábito de fazer esse cálculo antes do incidente.

O custo de downtime tem três camadas:

Custos diretos e visíveis: receita perdida no período de inatividade, transações não processadas, contratos que entram em cláusula de SLA, multas por descumprimento de prazo.

Custos operacionais: salários do time que ficou parado ou trabalhou em modo de crise, horas extras da equipe de TI respondendo ao incidente, custo de resposta ao ataque (consultoria, remediação, restore).

Custos intangíveis: dano à reputação, perda de clientes que foram para a concorrência durante a indisponibilidade, impacto no pipeline de vendas, custo de reconstrução de confiança.

Uma forma prática de começar: divida o faturamento mensal da empresa pelos dias úteis do mês, depois pelas horas de operação diária. Esse é o valor da hora de operação. Multiplique por 1,5 para incluir os custos operacionais e indiretos mais imediatos.

Para uma empresa com faturamento de R$ 500 mil por mês, operando 22 dias úteis e 8 horas por dia: o custo de uma hora parada, só em receita perdida, é de aproximadamente R$ 2.840. Com os multiplicadores de custo operacional, esse número facilmente passa de R$ 5 mil.

Para quem tem e-commerce, atendimento ao cliente digital ou operação de suporte remoto, o impacto é imediato e direto. Para quem opera em logística, saúde ou serviços financeiros, o downtime tem consequências que vão além do financeiro imediato.

Quando segurança entra no jogo, downtime e disrupção caminham juntos. 

O relatório da IBM sobre custo de violação de dados destaca disrupção do negócio como componente relevante no custo total, com custo médio global de breach alcançando US$ 4,88 milhões em 2024.

O ponto cego da maioria das PMEs: o firewall que não aguenta

Aqui está onde o cálculo de ROI fica concreto.

A maioria das PMEs opera com um roteador ou um firewall básico que não foi dimensionado para o cenário de ameaças atual. Quando um ataque acontece, esses equipamentos não têm capacidade de detectar o comportamento malicioso, isolar o tráfego suspeito ou manter a rede operacional enquanto o incidente é contido.

O resultado é o downtime total, a rede para pois tudo que depende de conectividade para.

Um firewall de alta disponibilidade muda essa equação de forma concreta. Clusters de firewall de alta disponibilidade são projetados para minimizar o tempo de inatividade de sistemas críticos por meio do uso de sistemas redundantes.

O objetivo é eliminar pontos únicos de falha na infraestrutura de rede. 

No modo Ativo/Passivo, um firewall fica em standby e se torna ativo automaticamente quando o primário falha.

Isso significa que quando um ataque DDoS tenta derrubar a conexão, quando um equipamento apresenta falha, ou quando a carga de tráfego malicioso sobrecarrega o sistema, o failover acontece automaticamente. A operação continua.

Appliances de firewall para empresas com alta disponibilidade trazem failover e redundância nativa, menor superfície de ataque com sistema operacional mínimo e endurecido, e interfaces otimizadas para configuração de redes corporativas.

Para um MSP que gerencia múltiplos clientes, isso é um diferencial de serviço. A diferença entre um cliente que liga reclamando que a rede caiu e um cliente que nem percebeu que houve uma tentativa de ataque está na camada de proteção que o MSP entregou.

O cálculo de ROI que a diretoria precisa ver

Como apresentar o ROI para a diretoria

Quando o gestor de TI vai para a reunião de orçamento pedir aprovação para um firewall de alta disponibilidade, o argumento técnico raramente é suficiente. A diretoria precisa de número.

Esse é o número.

Tome o custo estimado de uma hora de downtime da empresa. Some o custo médio de resposta a um incidente cibernético: remediação técnica, consultoria de segurança, potencial notificação de clientes e risco LGPD. Adicione o custo de reputação, que é mais difícil de quantificar mas real: clientes perdidos durante a indisponibilidade raramente voltam na mesma proporção.

Compare esse total com o custo anual de um firewall NGFW com alta disponibilidade em modelo de serviço recorrente.

O custo médio por hora de downtime em ambientes críticos supera US$ 300 mil em grandes corporações. Uma interrupção de apenas uma hora pode gerar prejuízos que superam meses de investimento em tecnologia.

Para uma PME, o número é menor em valor absoluto. Mas proporcionalmente, o impacto é ainda mais grave porque a reserva para absorver esse tipo de perda é menor. Uma semana de operação comprometida pode representar a diferença entre fechar o trimestre no azul ou no vermelho.

O investimento em um firewall de alta disponibilidade não é gasto de TI. É seguro operacional com ROI calculável.

O que o ISP e o MSP precisam entender sobre esse argumento?

Para provedores de internet e prestadores de serviços gerenciados, o custo de downtime do cliente é também um custo de negócio.

Um cliente que sofre um ataque que derruba a operação não pergunta primeiro se foi falha do provedor ou do equipamento de segurança. Ele associa a experiência negativa ao serviço contratado.

O churn que vem depois de um incidente grave raramente tem uma causa única, mas o downtime não gerenciado está consistentemente no topo da lista de motivos de cancelamento.

Para o ISP, oferecer uma camada de proteção de borda que mantém a conexão disponível mesmo sob ataque não é apenas um diferencial de produto. É proteção do próprio contrato de serviço.

Para o MSP, a capacidade de demonstrar que um cliente não sofreu downtime durante uma tentativa de ataque é o argumento de renovação mais forte que existe. Não é um relatório de o que foi feito. É a prova de que a ausência de problema é resultado do serviço entregue..

O ambiente não está ficando mais seguro. O argumento de que "até agora não aconteceu nada" tem prazo de validade.

Edge Protect: alta disponibilidade para quem não pode parar

O Edge Protect foi desenvolvido para garantir que sua empresa e seus clientes nunca parem por causa de um ataque cibernético.

Com arquitetura que suporta alta disponibilidade, IDS e IPS ativos, inspeção de tráfego em tempo real e dashboard centralizado, o EdgeProtect entrega a camada de proteção que um roteador comum não consegue oferecer, sem a complexidade operacional de soluções enterprise que exigem equipes dedicadas.

Para o MSP, o modelo de serviço recorrente transforma proteção em receita previsível. O cliente paga pela garantia de que a rede dele não vai parar. O MSP entrega essa garantia com uma solução que ele consegue operar e escalar.

Para o gestor de TI da PME, o argumento para a diretoria fica simples: o custo mensal do EdgeProtect é uma fração do custo de uma hora de downtime causado por ataque.

Esse é o ROI imediato de investir em um firewall de alta disponibilidade.

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