Payload: o que é e como funciona essa carga no cibercrime
Em uma transmissão de dados via protocolo TCP/IP ou em uma requisição de API estruturada em JSON, os metadados, cabeçalhos (headers) e protocolos de roteamento funcionam como o caminhão
Conteúdos práticos para proteger dados, reduzir riscos e fortalecer seu negócio. Sem alarmismo, com orientação aplicável e exemplos reais.
Em uma transmissão de dados via protocolo TCP/IP ou em uma requisição de API estruturada em JSON, os metadados, cabeçalhos (headers) e protocolos de roteamento funcionam como o caminhão
O Brasil registrou mais de 314 bilhões de atividades maliciosas apenas no primeiro semestre de 2025, segundo dados da Fortinet
Em média, as empresas perdem US$ 49 milhões em receitas todos os anos devido ao tempo de inatividade, segundo relatório da Splunk em parceria com o Oxford Economics, que ouviu 2.000 executivos de tecnologia, finanças e marketing de 53 países.
Um ataque DDoS pode ser encomendado por qualquer pessoa, em qualquer lugar, com menos dinheiro do que um tanque de gasolina. A infraestrutura que recebe o ataque, por outro lado, pode levar dias para se recuperar, e algumas empresas nunca se recuperam.
O gestor de TI que não tem visibilidade sobre esse tráfego está operando no escuro. O que está sendo exfiltrado, quais aplicações estão consumindo banda, se há comunicação com servidores de comando e controle externos: tudo isso se torna invisível sem a camada correta de inspeção.
Em uma transmissão de dados via protocolo TCP/IP ou em uma requisição de API estruturada em JSON, os metadados, cabeçalhos (headers) e protocolos de roteamento funcionam como o caminhão
O Brasil registrou mais de 314 bilhões de atividades maliciosas apenas no primeiro semestre de 2025, segundo dados da Fortinet
Em média, as empresas perdem US$ 49 milhões em receitas todos os anos devido ao tempo de inatividade, segundo relatório da Splunk em parceria com o Oxford Economics, que ouviu 2.000 executivos de tecnologia, finanças e marketing de 53 países.
Um ataque DDoS pode ser encomendado por qualquer pessoa, em qualquer lugar, com menos dinheiro do que um tanque de gasolina. A infraestrutura que recebe o ataque, por outro lado, pode levar dias para se recuperar, e algumas empresas nunca se recuperam.
O gestor de TI que não tem visibilidade sobre esse tráfego está operando no escuro. O que está sendo exfiltrado, quais aplicações estão consumindo banda, se há comunicação com servidores de comando e controle externos: tudo isso se torna invisível sem a camada correta de inspeção.
Inspecionar tráfego criptografado exige, na abordagem mais direta, descriptografar os pacotes, analisá-los, e recriptografar antes de encaminhar ao destino. Esse processo é chamado de SSL/TLS inspection e resolve o problema de visibilidade. Mas cria outros.
A segurança que existe em um roteador comum é basicamente um firewall de filtragem de pacotes baseado em endereço IP e porta. Ele verifica de onde o pacote veio e para onde vai. Se o endereço de origem não estiver em uma lista de bloqueio, o pacote passa.
A versão 5.0.13 chega com oito novas funcionalidades que ampliam visibilidade, reforçam o controle de acessos críticos e adicionam camadas de proteção contra vetores de ataque cada vez mais comuns em redes corporativas.
67% das organizações globais sofreram pelo menos um ataque cibernético nos últimos 12 meses. No Brasil, a média semanal chegou
O problema não estava no ransomware, mas no aplicativo de conversão de PDF que o funcionário baixou de graça seis
Seu funcionário não precisou abrir o Tor para acessar conteúdo perigoso, ele só clicou no link errado. Essa é a
Você realiza o bloqueio de Facebook na navegação da sua empresa? Se essa prática é realizada sem contexto e estratégia,