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Cibercrime no Brasil: como proteger sua PME em 2026

Você acha que cibercrime é coisa de filme ou de empresa grande? Os dados mostram outra história. O Brasil está entre os países mais atacados do mundo. E as pequenas e médias empresas são os alvos favoritos; justamente porque são as menos protegidas.

Cibercrime no Brasil: como proteger sua PME em 2026

Um funcionário clica em um link. Em segundos, todos os arquivos da empresa somem. O sistema para, o telefone toca — é um criminoso pedindo resgate em criptomoeda. Isso não é ficção, acontece no Brasil toda sexta-feira.

O TAMANHO DO PROBLEMA

Os números que vão te tirar o sono

Você acha que cibercrime é coisa de filme ou de empresa grande? Os dados mostram outra história. O Brasil está entre os países mais atacados do mundo. E as pequenas e médias empresas são os alvos favoritos; justamente porque são as menos protegidas.

País mais atacado por ransomware na América Latina

Kaspersky, 2024

R$186bi

Prejuízo do cibercrime com pessoas físicas em 12 meses

FBSP/Datafolha, 2024

95%

Aumento de ciberataques contra organizações no Brasil

Check Point, 2024

60%

Das PMEs fecham em até 6 meses após ataque grave

SEBRAE / Grant Thornton

Esses números são reais e crescem todo ano. 

Em 2024, o Brasil registrou uma média de 2.766 tentativas de ataques semanais por organização; um recorde histórico, segundo a Check Point Research. A pergunta não é se sua empresa vai ser atacada, mas quando.

E se você é MSP, a pergunta tem um peso ainda maior: quando um dos seus clientes for atacado, o que vai acontecer com o seu negócio?

O QUE A REALIDADE NOS APONTA?

A contabilidade que perdeu tudo em 40 minutos

Era uma sexta-feira. Uma empresa de contabilidade em São Paulo recebia um e-mail 'do banco'. O contador clicou no link para 'atualizar os dados'. Em 40 minutos, os arquivos de 12 anos de clientes estavam criptografados. O pedido de resgate: R$ 80.000 em bitcoin. A empresa não tinha seguro. Não tinha backup atualizado. Não existia um plano de resposta. As portas foram fehcadas em três meses.

Isso poderia ter sido evitado, com medidas simples. Com um treinamento básico,  uma configuração que levaria dois dias para implementar. E, sobretudo, com um MSP que fosse parceiro estratégico e não apenas o “cara que arruma o computador quando quebra” ou é especialista em apagar incêndios.

O ataque que parou o INCA por três dias

ataque cibernético no INCA

Em janeiro de 2024, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) sofreu um ataque cibernético que comprometeu seus sistemas e forçou a suspensão de sessões de tratamento por três dias inteiros. Não foi uma empresa pequena ou um descuido de uma única pessoa.

Foi o resultado de um ambiente sem defesas suficientes, exposto a um grupo de criminosos que varreu a internet automaticamente em busca de brechas. Se aconteceu com uma instituição federal de saúde, pode acontecer com a clínica médica, o escritório de advocacia ou a distribuidora do seu cliente.

DADOS DO CONTEXTO

Em 2024, o setor de saúde foi o terceiro mais atacado no Brasil, com 6.500 tentativas de ransomware só nos quatro primeiros meses do ano, segundo a Kaspersky. O setor público e financeiro completam o topo do ranking.

ENTENDA O INIMIGO

O perfil do cibercriminoso brasileiro

Esqueça a imagem do hacker ou invasor encapuzado em um porão escolhendo alvos à mão. O cibercrime no Brasil atualmente funciona como uma indústria — com divisão de trabalho, hierarquia, metas e até suporte ao cliente.

Quem são eles?

cibercriminosos no Brasil

O criminoso digital brasileiro tem perfis muito variados. 

Existe o jovem de classe média que aprendeu a programar sozinho e começou a vender acesso a sistemas invadidos em fóruns fechados. Existe o integrante de grupos organizados como o GeoMetrix — identificado pela empresa Perception Point — que oferecia “phishing como serviço”: criava e-mails falsos de bancos como Bradesco e Banco do Brasil, cobrava por clique capturado e tinha mais de 15 mil vítimas identificadas.

Existe também o chamado “insider”: alguém dentro da própria empresa que fornece acesso ao sistema em troca de uma comissão. No caso do maior ataque bancário já registrado no Brasil em 2025, que desviou mais de R$ 800 milhões do sistema do Banco Central via Pix, investigações apontaram para a participação de um funcionário da empresa de infraestrutura atacada.

Como eles operam?

Os grupos mais sofisticados usam bots e scanners que varrem a internet 24 horas por dia em busca de portas abertas, softwares desatualizados e credenciais vazadas. Quando encontram uma brecha, entram, ficam quietos por semanas ou meses mapeando a rede, e só então agem.

Esse tempo de permanência silenciosa é chamado de 'dwell time'. No Brasil, a média é de meses antes de o ataque ser detectado. Durante esse período, o criminoso aprende a rotina da empresa, identifica os sistemas críticos e planeja a extorsão com precisão cirúrgica.

O MODELO DE NEGÓCIO DO RANSOMWARE

Os grupos mais organizados operam com o modelo RaaS — Ransomware as a Service. Alguém desenvolve o malware. Outro alguém vende o acesso às empresas. Um terceiro cuida da negociação do resgate. Cada um recebe sua fatia. É um ecossistema criminoso completo, funcionando como uma startup ilegal — e com suporte ao 'cliente' mais eficiente do que muita empresa legítima.

Por que o Brasil é tão atrativo para eles?

Três razões estruturais tornam o Brasil um alvo premium para o cibercrime:

1. Digitalização acelerada sem maturidade de segurança. As PMEs brasileiras adotaram Pix, nuvem e sistemas ERP numa velocidade sem precedentes, mas sem amadurecer em governança digital na mesma proporção.

2. Volume gigantesco de dados vazados. O Brasil tem um dos maiores bancos de dados pessoais expostos do mundo. O Vazamento do Serasa, em 2021, expôs dados de mais de 220 milhões de brasileiros. Esses dados são comprados e vendidos em fóruns fechados e usados para ataques altamente personalizados.

3. Baixa cultura de cibersegurança nas PMEs. A maioria das pequenas e médias empresas brasileiras ainda acredita que 'isso só acontece com empresa grande'. Essa percepção de invisibilidade por tamanho é, hoje, uma das maiores vulnerabilidades do ecossistema.

OS VETORES MAIS USADOS

Os 5 ataques que mais destroem PMEs brasileiras

Antes de se defender, você precisa saber o que está enfrentando. Aqui estão os golpes mais comuns — explicados de forma direta:

01

Phishing Um e-mail falso, parece real. Tem logo do banco, do governo ou do seu fornecedor. Um clique no link entrega o controle do sistema ao criminoso. Segundo a Proofpoint, 78% das empresas brasileiras sofreram ao menos um caso de phishing bem-sucedido em 2022. É o vetor de entrada número um do cibercrime corporativo.

02

Ransomware O criminoso entra no sistema, mapeia os dados críticos e os criptografa. A empresa só recupera o acesso pagando o resgate — geralmente em bitcoin. No Brasil, foram detectados 487 mil ataques de ransomware entre junho de 2023 e julho de 2024, segundo a Kaspersky. E pagar não garante a devolução dos dados: apenas 7 em cada 10 empresas que pagaram recuperaram o acesso.

03

Engenharia social Alguém liga para

 a recepcionista se passando por suporte técnico da Microsoft. Alguém manda mensagem no WhatsApp se passando pelo dono da empresa pedindo uma transferência urgente. Funciona porque explora a confiança humana — e não há antivírus que bloqueie isso sem treinamento.

04

Credential stuffingCriminosos compram listas de senhas vazadas em fóruns da dark web e as testam em massa em centenas de sistemas simultaneamente. Se qualquer pessoa da sua equipe reutiliza senhas, é uma questão de tempo.

05

Ataque à cadeia de fornecedores — O MSP ou fornecedor de software da sua empresa é invadido. O criminoso usa essa posição privilegiada — que tem acesso a dezenas ou centenas de clientes — para propagar o ataque em escala. Para um hacker, invadir um MSP é como abrir uma porta que leva a 50 empresas de uma vez.

ALERTA ESPECIAL PARA MSPS

Você é um alvo de altíssimo valor. Ao invadir um MSP, o criminoso não compromete um negócio — compromete toda a base de clientes. Em 2021, o ataque ao MSP Kaseya nos EUA afetou mais de 1.500 empresas em 17 países simultaneamente via uma única vulnerabilidade no software de gestão remota. Isso acontece no Brasil também.

A SINGULARIDADE BRASILEIRA

O que torna o nosso cibercrime diferente do mundo?

principais estratégias do cibercrime no Brasil

O cibercrime no Brasil não é uma importação direta do que acontece nos Estados Unidos ou na Europa. Desenvolvemos características locais que nos tornam únicos — e que exigem respostas igualmente adaptadas à nossa realidade.

O Pix como vetor de ataque

O Pix transformou o sistema financeiro brasileiro. Mas também criou uma janela de oportunidade que os criminosos exploraram antes que a segurança acompanhasse. As fraudes via Pix cresceram 43% em 2024, gerando R$ 2,7 bilhões em prejuízo, segundo a Febraban. Para as PMEs, o risco é duplo: ser vítima de um golpe do Pix e ter os dados de clientes expostos em casos de vazamento relacionados a transações.

O maior banco de dados vazados do mundo

O Brasil tem um dos maiores volumes de CPFs, endereços, números de telefone e dados financeiros expostos na internet. Esses dados são combinados com técnicas de engenharia social para criar ataques altamente personalizados — o criminoso sabe seu nome, sabe que você tem conta no banco X, sabe que fez uma compra recente, e usa tudo isso para construir uma armadilha quase perfeita.

A LGPD e o risco regulatório

A Lei Geral de Proteção de Dados chegou com força, mas sua implementação ainda está em curso. Uma PME que sofre um vazamento de dados de clientes está sujeita a multas de até 2% do faturamento, limitadas a R$ 50 milhões por infração. Para muitas empresas, o dano regulatório pode ser tão grave quanto o financeiro. Para o MSP que gerencia os dados do cliente, a responsabilidade pode ser compartilhada.

ATENÇÃO, MSP!

Se você gerencia dados de clientes e um vazamento ocorre na sua infraestrutura, a LGPD pode responsabilizar tanto você quanto o cliente. Ter contratos claros de SLA de segurança e documentação de conformidade não é burocracia — é proteção legal para o seu negócio.

AÇÃO IMEDIATA

8 medidas para proteger sua empresa ou o seu cliente, agora

Você não precisa ser especialista em tecnologia para começar. Cada dica abaixo tem uma versão para o gestor da PME e uma orientação específica para o MSP que atende esse cliente.

DICA 01: Autenticação em dois fatores (MFA) em tudo

Ative o MFA em todos os acessos críticos: e-mail corporativo, ERP, sistema bancário, acesso remoto e ferramentas de colaboração. Uma senha sozinha não protege nada em 2025; listas com bilhões de credenciais vazadas estão disponíveis na dark web por menos de US$ 10. O MFA bloqueia mais de 99% dos ataques automatizados de credenciais, segundo dados da Microsoft.

Para MSPs: implemente MFA em toda a stack do cliente antes de qualquer outra coisa. Priorize e-mail (geralmente Microsoft 365 ou Google Workspace), ferramentas de acesso remoto (RDP, VPN) e o próprio painel de gestão da sua plataforma MSP. Um cliente sem MFA ativo é uma porta aberta que coloca sua reputação em risco.

DICA 02: Backup na regra 3-2-1 e teste-o mensalmente

Mantenha 3 cópias dos dados críticos, em 2 locais diferentes, sendo 1 fora da empresa ou na nuvem; preferencialmente isolada ('backup imutável') para que o ransomware não consiga apagar. Mas atenção: backup não testado é falsa segurança. Faça uma restauração de teste todo mês. Se você nunca restaurou, não sabe se funciona.

Para MSPs: ofereça backup como serviço gerenciado com restauração documentada. Muitos MSPs entregam o backup mas nunca testam a restauração, e descobrem o problema no pior momento possível. Automatize testes de integridade mensais e envie relatórios ao cliente. Isso é diferencial competitivo e prova de valor recorrente.

DICA 03: Treinamento de conscientização para toda a equipe

O elo mais fraco da cibersegurança não é o software, é o ser humano. Um treinamento de 1 hora por trimestre sobre como identificar e-mails suspeitos, links maliciosos e pedidos incomuns via WhatsApp pode ser mais eficaz do que qualquer solução técnica. Use simulações de phishing: envie e-mails de teste e veja quem clica. Os resultados costumam ser reveladores.

Para MSPs: inclua treinamento e simulação de phishing no seu portfólio de serviços. Plataformas como KnowBe4, Proofpoint e Kaspersky oferecem módulos adaptados para PMEs com custo acessível por usuário. Apresente o relatório de 'quem clicou' ao cliente — esse dado por si só justifica a renovação do contrato.

DICA 04: Gestão de patches e atualizações automatizadas

80% dos ataques bem-sucedidos exploram vulnerabilidades que já tinham correção disponível — mas que ninguém aplicou. Mantenha sistemas operacionais, softwares e plugins sempre atualizados. Configure atualizações automáticas para o que for possível. Para o que precisar de aprovação manual, estabeleça um ciclo semanal de revisão.

Para MSPs: patch management é a espinha dorsal da sua operação. Use ferramentas como NinjaRMM, ConnectWise Automate ou Atera para automatizar a detecção e aplicação de patches em toda a base de clientes. Relatórios de conformidade de patches devem ser parte dos seus entregáveis mensais; é evidência concreta do seu trabalho.

DICA 05: Gerenciador de senhas e política de senhas únicas

Senhas repetidas entre sistemas diferentes são uma vulnerabilidade crítica. Se um criminoso obtém a senha de uma conta menor, ele testa automaticamente essa mesma senha em e-mails, bancos e sistemas internos. Use um gerenciador de senhas corporativo (Bitwarden Teams, 1Password Business ou LastPass) para gerar e armazenar senhas longas e únicas para cada sistema. O custo é de alguns reais por usuário por mês.

Para MSPs: inclua a implantação e gestão de um password manager no seu onboarding de clientes. Documente quais sistemas têm credenciais compartilhadas;  isso é um risco que você precisa mapear e mitigar. Muitos MSPs descobrem, durante o onboarding, que o cliente usa a mesma senha para tudo desde 2015.

DICA 06: Política de acesso mínimo (Least Privilege)

Cada colaborador deve ter acesso apenas aos sistemas e dados que precisa para trabalhar, e nada além disso. Quando um perfil é comprometido, o dano fica contido àquele escopo. Revise os acessos periodicamente: ex-funcionários com acesso ativo são uma das portas mais comuns de invasão. Implemente o princípio de zero trust: 'nunca confie, sempre verifique'.

Para MSPs: faça um mapeamento de acessos no seu primeiro mês com cada cliente novo. Você vai encontrar contas de funcionários demitidos ainda ativas, senhas compartilhadas entre equipes e administradores com mais permissão do que precisam. Cada item resolvido é uma vulnerabilidade fechada, além de uma ação documentada que prova valor.

DICA 07: Monitoramento contínuo e detecção de anomalias

Um ataque raramente acontece instantaneamente. O criminoso fica na rede por semanas antes de agir. Monitoramento de logs e comportamento de acessos permite identificar atividades suspeitas — um usuário acessando o servidor às 3h, uma transferência de grande volume de dados para fora da rede, um login de um país onde a empresa não opera. Ferramentas de SIEM e EDR fazem isso de forma automatizada.

Para MSPs: monitoramento 24/7 é o coração da proposta de valor de um MSP. Ferramentas como SentinelOne, CrowdStrike ou Malwarebytes EDR, combinadas com um SIEM como Splunk ou Microsoft Sentinel, permitem detectar e responder a incidentes antes que virem crises. Se você ainda não oferece isso, está entregando gestão de TI, não cibersegurança.

DICA 08: Plano de resposta a incidentes (IRP) documentado

O que acontece nos primeiros 30 minutos de um ataque define o tamanho do estrago. Ter um plano documentado; quem aciona quem, o que isolar primeiro, como comunicar clientes, quando chamar a Polícia Federal, pode ser a diferença entre recuperar em 48 horas ou perder tudo. O plano não precisa ter 50 páginas: uma folha de A4 com os passos críticos já faz diferença.

Para MSPs: crie um IRP padrão para cada cliente e revise-o semestralmente. Inclua: contatos de emergência, árvore de decisão para tipos de incidente, procedimento de isolamento de rede, lista de sistemas prioritários para restauração e modelo de comunicação para clientes afetados. Ofereça simulações de incidente (tabletop exercises) como serviço;  é receita adicional e prova concreta de maturidade.

PARA PROVEDORES DE SERVIÇOS GERENCIADOS

O MSP como guardião estratégico, não só técnico

Se você é MSP, este artigo não é só um alerta sobre o seu cliente. É um alerta sobre o seu próprio negócio, sobre o serviço que você oferece em sua infraestrutura hoje.

O modelo tradicional de prestação de serviços: suporte reativo, gestão de infraestrutura, “apaga incêndio” não é suficiente no cenário atual. A sofisticação dos ataques cresceu a um ritmo que as PMEs não conseguem acompanhar sozinhas. E elas estão olhando para você como o especialista que deveria ter evitado o problema.

O MSP como alvo preferencial

Além disso, você também se tornou um alvo do cibercrime nesse cenário.

Para um criminoso, invadir um MSP é dez vezes mais lucrativo do que invadir uma PME diretamente. Você tem acesso privilegiado a dezenas ou centenas de clientes. Você gerencia backups, sistemas críticos, credenciais. Você é a porta de entrada perfeita para um ataque em escala, como acontece em ataques supply chain, uma das ameaças que mais cresceu em 2025 e 2026.

Isso significa que você precisa aplicar em si mesmo todas as medidas que recomenda aos seus clientes; com um nível de rigor ainda maior, MFA em todos os seus e monitoramento da sua própria infraestrutura de gestão.

Transforme a segurança em proposta de valor

O erro mais comum de MSPs no Brasil é tentar vender segurança como custo adicional em vez de como valor estratégico. O cliente não compra 'firewall de próxima geração' — o cliente compra continuidade de operação, proteção do faturamento e conformidade com a LGPD.

Mude o seu discurso. Em vez de 'você precisa de um EDR', diga: 'em caso de ataque, essa solução reduz o tempo de detecção de meses para minutos — o que pode ser a diferença entre sua empresa fechar ou não'. Dados concretos vendem mais do que especificações técnicas.

O ecossistema da Starti é a parceria mais estratégica para que você consiga oferecer soluções de segurança de alto nível, trabalhando de maneira estratégica na parte comercial, com o apoio que você precisa para se diferenciar no mercado.

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O PAPEL DO MSP NA ERA DA LGPD

Com a LGPD ativa e a ANPD aplicando multas progressivamente, o MSP que consegue entregar um relatório mensal de conformidade de segurança para o cliente deixa de ser um fornecedor de TI e passa a ser um parceiro estratégico. Isso muda o nível da conversa — e do contrato.

O que você faz hoje define o que acontece amanhã

O Brasil é um dos países mais atacados do mundo. 

As PMEs são os alvos favoritos porque são as menos protegidas. Os MSPs são alvos de altíssimo valor porque abrem portas para dezenas de clientes de uma só vez. Mas com medidas bem aplicadas, consistentes e acessíveis; implantadas com método e parceria é possível reduzir drasticamente o risco antes que o ataque aconteça.

Segurança digital é sobrevivência de qualquer negócio; um dos maiores diferenciais que um MSP pode entregar hoje.

E agora, qual é o próximo passo?

Você chegou até aqui. Isso já te coloca à frente da maioria dos gestores brasileiros.

Se você é gestor de PME: escolha UMA das 8 dicas acima. Implemente essa semana. Só uma. Depois volte e implemente a próxima.

Se você é MSP: qual é o seu maior gargalo hoje; convencer o cliente a investir ou entregar a solução certa? Entre em contato conosco, pois podemos te ajudar.

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