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Segurança Cibernética · 25 de Jul de 2025 · 10 min read

Control + Orchestrator: integrando para turbinar a gestão de rede!

  • Mirian Fernandes
Control + Orchestrator: integrando para turbinar a gestão de rede!

Na jornada da transformação digital, prestadores de serviços de TI e MSPs enfrentam um desafio constante: equilibrar desempenho e controle. De um lado, a pressão por oferecer conectividade estável e fluida; do outro, a responsabilidade de otimizar o uso da banda, manter a segurança e entregar valor ao cliente com eficiência.

Neste contexto, a integração entre os módulos Control e Orchestrator, do Edge Protect, se destaca como uma solução poderosa.

Mas afinal, como esses dois módulos se conectam na prática? E por que essa sinergia pode mudar como você entrega conectividade e gerenciamento de redes aos seus clientes?

Neste artigo, vamos explorar como utilizar Control e Orchestrator de maneira estratégica e como essa integração pode ser o diferencial competitivo que faltava no seu portfólio.

Continue lendo e descubra.

Por que gestão de rede vai além de desempenho?

A gestão da rede é um termo amplo que envolve desde o monitoramento, soluções para a rede até configurações e atualizações desse ambiente. Mas, quando falamos de transmissão de dados, uso de banda e gerenciamento de links, a gestão precisa evoluir.

Afinal, a infraestrutura das empresas comportam tecnologias especificamente desafiadoras: nuvem, aplicativos e serviços SaaS, dispositivos IoT conectados, entre outros.

Todos esses ativos consomem significativamente os recursos de banda, produzindo gargalos na rede, exigindo de você, prestador de serviços de TI um olhar estratégico, assertivo que equilibre segurança, estabilidade e produtividade para seus clientes.

Em meio a esses desafios, os módulos Control e Orchestrator do Edge Protect foram desenvolvidos para ajudar você a ir além do desempenho, otimizando a gestão da rede, solucionando problemas, possibilitando que seus clientes se concentrem nas demandas que importam, sem dores de cabeça.

Exemplificamos mais a seguir.

Control e Orchestrator: como funcionam e o que os torna complementares?

O que é o módulo Control e quando utilizar?

O Control é um módulo do Edge Protect que oferece gestão de largura de banda para usuários, grupos de redes e serviços.

Ele viabiliza a criação de políticas de QoS (Qualidade de Serviço) para limitar a quantidade de largura de banda disponível para redes, usuários ou grupos. Além disso, o módulo pode ser integrado com outros sistemas, como o Voucher ou grupos de Webfilter, proporcionando flexibilidade no gerenciamento dos recursos da rede.

Você deve utilizar o módulo Control quando precisar:

  • Gerenciar a largura banda disponível na sua rede, garantindo que diferentes usuários ou grupos tenham acesso adequado aos recursos.
  • Priorizar tipos específicos de tráfego, assegurando que serviços críticos recebam a largura de banda necessária.
  • Monitorar e relatar o uso de largura de banda por diferentes grupos ou usuários, permitindo ajustes nas políticas conforme necessário.

Ao implementar o módulo Control em seu cliente, você entrega:

  • Flexibilidade na configuração: execute adaptações nas configurações do módulo Control para atender às necessidades específicas de cada cliente, proporcionando um serviço personalizado e aumentando a satisfação do seu cliente.
  • Relatórios detalhados: ofereça relatórios sobre o uso da largura de banda por diferentes usuários ou grupos, permitindo que você avalie o impacto das políticas implementadas e faça ajustes conforme necessário.

O que é o Orchestrator e por que ele é tão estratégico?

O Orchestrator é um módulo do Edge Protect que gerencia múltiplos links de internet, permitindo o balanceamento de carga e a redundância automática. Ele é responsável por garantir alta disponibilidade e melhor desempenho da rede, otimizando o uso dos links contratados.

Sua importância estratégica se dá por várias razões:

  • Alta disponibilidade: o Orchestrator assegura que a rede permaneça operacional mesmo em caso de falhas em um ou mais links, alternando automaticamente para links de backup, quando necessário.
  • Balanceamento de carga: ele distribui o tráfego entre múltiplos links simultaneamente, evitando sobrecargas em um único link e melhorando a eficiência do uso da largura de banda.
  • Detecção rápida de falhas: com intervalos configuráveis para verificação do status dos links, o Orchestrator pode detectar falhas rapidamente e tomar ações corretivas, minimizando interrupções no serviço.
  • Melhoria no desempenho da rede: ao otimizar a distribuição do tráfego e garantir que os serviços críticos tenham prioridade, o Orchestrator contribui para um desempenho geral mais robusto da rede.
  • Flexibilidade na configuração: os administradores podem personalizar as configurações do Orchestrator conforme as necessidades específicas da organização, ajustando parâmetros como taxa de estabilidade e destinos de teste.
  • Suporte ao SD-WAN: o Orchestrator pode ser integrado com soluções SD-WAN para otimizar ainda mais o desempenho em destinos específicos, escolhendo automaticamente o melhor link disponível com base em métricas como latência ou jitter.

Por que integrar os módulos Control e Orchestrator gera mais resultado?

Ao integrar os módulos Control e Orchestrator, você eleva a gestão da rede a um novo patamar.  Essa combinação de funcionalidades no gerenciamento de largura de banda com a otimização do tráfego em múltiplos links, resulta em uma rede mais eficiente e confiável.

Entregando ao ambiente dos seus clientes:

  • Redundância e alta disponibilidade: em caso de falha em um link, o Orchestrator redireciona automaticamente o tráfego para link disponível, enquanto o módulo Control continua a gerenciar a largura de banda alocada, minimizando interrupções nos serviços.
  • Monitoramento e relatórios abrangentes: juntos, os módulos oferecem relatórios detalhados sobre como a largura de banda está sendo utilizada e como o tráfego está sendo distribuído entre os links. Isso fornece percepções valiosas para ajustes nas políticas e na configuração da rede.
  • Otimização contínua: a capacidade do Orchestrator ajustar dinamicamente as rotas com base nas condições da rede complementa as regras definidas no módulo Control, permitindo uma resposta rápida às mudanças nas necessidades dos usuários ou no desempenho da rede.
  • Melhoria na experiência do usuário final: ao garantir que aplicações críticas tenham prioridade e estejam sempre disponíveis, essa integração resulta em uma experiência mais satisfatória para os usuários finais.

Casos práticos: como usar Control + Orchestrator em redes reais

Agora que você já conhece o funcionamento de cada módulo e as vantagens de realizar a integração, vamos avaliar alguns exemplos reais, para que você compreenda melhor como funciona em um cenário prático.

Cenário 1 – Rede corporativa com múltiplos departamentos

Uma rede corporativa que funciona com muitos departamentos precisa de gerenciamento granular da largura de banda e otimização do tráfego. Confira como a integração dos módulos pode atender às demandas desse ambiente:

1.Execute a segmentação por departamentos:

Crie grupos de usuários ou redes para cada departamento, permitindo que o módulo Control defina políticas específicas de largura de banda para cada grupo. Por exemplo, o departamento de TI pode ter mais largura alocada do que o departamento financeiro.

2. Implementando o QoS:

Configure o QoS no módulo Control para priorizar tipos específicos de tráfego relevantes para cada departamento, como videoconferências no departamento de marketing ou acesso remoto no da TI.

3. Opere o balanceamento e redundância com o Orchestrator:

O Orchestrator gerencia múltiplos links de internet, garantindo que o tráfego seja distribuído eficientemente entre eles. Isso é especialmente útil em uma rede corporativa onde diferentes departamentos podem ter picos variados de uso.

Ative a redundância automática para garantir que, se um link falhar, outro possa assumir rapidamente, mantendo a continuidade dos serviços essenciais.

4. Faça monitoramento e relatórios personalizados:

Utilize os relatórios gerados pelos módulos para monitorar como cada departamento está utilizando a largura de banda e identificar possíveis gargalos ou abusos.

Ajuste políticas conforme necessário com base nos dados coletados, garantindo que todos os departamentos tenham acesso justo aos recursos.

Resultado prático: Rede organizada, desempenho equilibrado e decisões baseadas em dados.

Cenário 2 – Ambiente com links instáveis ou rotas congestionadas

Links instáveis e rotas congestionadas são desafios de várias empresas, com diferentes operações. Os módulos Control e Orchestrator operam para garantir a continuidade do serviço e otimizar o desempenho da rede. Esses benefícios podem ser alcançados por meio de:

1.Monitoramento contínuo de links:

O Orchestrator realiza verificações regulares do status dos links, identificando rapidamente quais estão estáveis, instáveis ou offline. Isso permite uma resposta rápida a problemas de conectividade.

2. Redundância automática:

Em caso de falha ou instabilidade em um link, o Orchestrator pode redirecionar automaticamente o tráfego para outro link disponível. Isso assegura que os serviços permaneçam operacionais mesmo quando um link falha.

3. Balanceamento dinâmico de carga:

O Orchestrator distribui o tráfego entre múltiplos links disponíveis, evitando sobrecargas em rotas congestionadas e melhorando a eficiência geral da rede. Ele pode ajustar dinamicamente as alocações de tráfego com base nas condições atuais da rede.

4. Configuração de políticas no módulo Control:

No módulo Control, você pode definir políticas específicas para gerenciar a largura de banda durante períodos de congestionamento. Por exemplo, limitar a largura de banda para aplicações não críticas durante picos de uso ajuda a priorizar serviços essenciais.

5. Implementação do QoS:

Configure o QoS no módulo Control para priorizar tipos específicos de tráfego que são mais sensíveis à latência ou perda de pacotes, como videoconferências ou chamadas VoIP. Isso garante que esses serviços tenham prioridade mesmo em situações adversas.

6. Relatórios e análises detalhadas:

Utilize os relatórios gerados pelos módulos para analisar padrões de uso e identificar quais links frequentemente apresentam problemas ou congestionamentos. Esses dados podem ajudar na tomada de decisões sobre melhorias na infraestrutura.

7. Ajustes proativos baseados em dados históricos:

Com base nas análises contínuas do desempenho da rede, ajusta proativamente as configurações nos módulos Control e Orchestrator para otimizar ainda mais o desempenho durante períodos conhecidos de instabilidade ou congestão.

Resultado prático: Continuidade dos serviços, mesmo com falhas e sem perder desempenho.

Realizando a integração dos módulos Control e Orchestrator no Edge Protect

Antes de iniciar a configuração dos módulos, é necessário realizar a ativação de ambos na plataforma. Para isso confira os artigos completo sobre cada módulo:

1. Configuração e ativação do Orchestrator

Para começar, acesse o Edge Protect e vá até a seção de configuração do Orchestrator.

Navegue até a seção de configuração do Orchestrator. Depois disso, escolha entre os dois modos de operação.

  • Balanceamento de carga: utilize múltiplos links simultaneamente para distribuir o tráfego.
  • Redundância automática: configure um link principal e outros em standby que serão ativados apenas se o principal falhar.

Após escolher o modo, ative o Orchestrator e defina o intervalo de verificação para monitorar o status dos links:

  • Intervalos menores (como 1 ou 3 minutos): permitem detecção mais rápida de falhas.
  • Intervalos maiores (como 10 ou 20 minutos): podem economizar recursos, mas podem atrasar a resposta a problemas.

Defina a porcentagem necessária para considerar um link como estável, instável ou offline: ⁣

  • Abaixo da primeira bolinha: link offline.
  • Entre a primeira e segunda bolinha: link instável.
  • Acima da segunda bolinha: link estável.

Definição de destinos e testes:

  • Adicione destinos para testes (por exemplo, IPs confiáveis) e escolha o tipo de teste (ping ou TCP).
  • Defina quantos testes serão realizados por destino para garantir uma avaliação precisa da conectividade.

2. Configuração e ativação do módulo Control:

  • Comece acessando o módulo no menu lateral do Edge Protec e realize as etapas necessárias para execução das funções do módulo;
  • Crie grupos de controle definindo a quantidade de largura de banda disponível para cada grupo ou usuário específico.
  • Habilite o QoS se necessário, priorizando tipos específicos de tráfego críticos para a operação da rede.

3. Integração das Configurações:

Certifique-se de que as configurações do módulo Control estejam alinhadas com as políticas do Orchestrator. Por exemplo, ajuste as alocações de largura de banda considerando como o tráfego será distribuído entre os links gerenciados pelo Orchestrator.

  • Monitoramento contínuo: utilize os relatórios disponíveis nos módulos para acompanhar como a largura de banda está sendo utilizada e como o tráfego está sendo distribuído entre os links.
  • Avalie continuamente o desempenho da rede e faça ajustes nas configurações conforme necessário.
  • Testes regulares: realize testes regulares na rede para garantir que tanto o Orchestrator quanto o módulo Control estão funcionando conforme esperado e otimizando a desempenho da rede adequadamente.
  • Feedback e ajustes dinâmicos: colete feedback dos usuários sobre sua experiência na rede após implementar essas soluções e ajuste as configurações dinamicamente com base nas necessidades emergentes.

Boas práticas para MSPs que querem escalar com Edge Protect

Até aqui, você conheceu os benefícios da integração dos módulos Control e Orchestrator, entendeu como eles podem auxiliar em diferentes ambientes e claro, como realizar essa integração no Edge Protect. Contudo, para aproveitar bem todos os recursos e aumentar os resultados em seus serviços, é necessário seguir algumas boas práticas. A saber:

  • Documentação de políticas por cliente: mantenha registros claros e atualizados das políticas aplicadas para cada cliente: largura de banda alocada, prioridades de tráfego, regras de QoS e configurações do Orchestrator. Isso facilita manutenções futuras, auditorias e demonstração de valor ao cliente.
  • Monitoramento e ajustes contínuos: acompanhe os relatórios gerados pelos módulos Control e Orchestrator para identificar padrões de uso, picos de consumo e gargalos. Use essas informações para propor melhorias, ajustar políticas em tempo real e agir proativamente na prevenção de falhas.
  • Criação de planos de serviço com diferenciais técnicos: utilize os recursos avançados do Edge Protect como argumento comercial para criar pacotes de serviços segmentados. Por exemplo, planos com controle de banda por setor, priorização de aplicações críticas, balanceamento inteligente e failover automático com Orchestrator.

Esses diferenciais ajudam a justificar seu ticket médio e fidelizar o cliente com soluções que realmente fazem sentido para o negócio dele.

Edge Protect: gestão de rede inteligente começa com integração

A orquestração inteligente e o controle de banda são estratégias essenciais para uma gestão de rede que entregue estabilidade e previsibilidade para seus clientes. O Edge Protect é a solução desenvolvida para entregar isso – e mais.

Os módulos Control e Orchestrator são apenas duas soluções que você pode agregar em seu portfólio, para aumentar as camadas de segurança no ambiente do seu cliente, crescendo a sua receita recorrente, ampliando os seus negócios.

Ao adotar o Edge Protect você poderá contar com ferramentas como o módulo Firewall avançado, detecção e bloqueio ativo de ameaças com o módulo Guardian, além oferecer criptografia avançada, de ponta a ponta com o módulo VPN.

Quer descobrir mais sobre essa oportunidade e transformar seus negócios hoje?

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