Mais de 4.100 violações de dados foram divulgadas publicamente no ano anterior; cerca de 11 por dia. As empresas levam em média 241 dias para identificar e conter uma brecha, e 60% das violações envolvem um elemento humano, como phishing ou credenciais roubadas (Verizon DBIR, 2025).
O paradoxo do DoH corporativo: quanto mais a empresa investe em criptografia e em navegar com segurança, mais ela pode estar dificultando a própria capacidade de detectar ameaças internas.
Ao contrário de ransomwares que paralisam operações de forma ruidosa, keyloggers operam na mais absoluta discrição. Eles não danificam arquivos, não exibem mensagens de resgate, não causam lentidão perceptível.
Enquanto grandes corporações destinam em média US$ 14 milhões anuais à cibersegurança, pequenas e médias empresas investem aproximadamente US$ 275 mil — uma diferença de 50 vezes, segundo estudos de mercado compilados pela SBC Horizontes.
O Brasil registra 1,5 milhão de tentativas de phishing por dia. Por trás desse número assustador, há uma anatomia específica de golpes; e os dados do Edge DNS revelam quais armadilhas digitais funcionam melhor contra o internauta brasileiro.